domingo, 31 de janeiro de 2016

Ai! Que me enche o peito as vontades de engolir o mundo!
Engolir, digerir e absorver as dores e alegrias que são combustíveis pra alma.
Combustíveis para ação e produção, para sentir belezas e quebrar barreiras!
Desafiar as crenças impostas, estatísticas monótonas que se repetem ano após ano.
Engolir esta forma insossa que já não me serve mais.

Desafio derrubando! Desafio questionando! Desafio produzindo e rindo, rindo de mim e do normativo!
Desafio engolindo e me permitindo eliminar, excretar, despejar, tudo que de alguma forma, bem , não me faz mais.
Permito-me desafiar! A mim mesma, aos padrões, ao normal, ao imposto!
E assim encho o meu peito de vontades...de ser, de rir, de questionar ,de produzir e de me permitir sentir essa intensa vontade de engolir o mundo.

Poesia coletiva! Eu e Fabíola Soares!       

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

"Peguei até o que era mais normal de nós
E coube tudo na malinha de mão do meu coração"

lindo, linda, lindeza de poesia cantada! Canta, Liniker!



Será, será, será
Que voltarei a escrever
Fazendo escorrer
por entre os dedos
Desejos, medos, afetos,
Tudo insatisfeito na bagunça
de mim? 
Será! Serei!
Sereia, hahaha

sábado, 26 de setembro de 2015



O castelo, destruído,
As ruínas caíram por terra,
Irreal e fantástica.
Paredes de sonhos forjados
Nas ilusões do grande
Encontro no Outro.
Mentiras sobrevoavam
Os espaços vazios,
Fantasmas acomodados.
Quartos erroneamente ocupados
Máscaras que trajei,
Enquanto corria pelas salas
A procura do perfeito.
O martelo também destrói
As ilusões burguesas romantizadas.
E onde era castelo, agora
Cresce em abundância
Uma vegetação farta e exuberante,
Horizontes à vista
Posso correr em liberdade,
Por mim, para descobrir,
Minha voz e essência,
Minha natureza e quereres,
Me encontro em sorrisos,
Segurança à mostra!


terça-feira, 18 de agosto de 2015

poesia de pureza.