Alguns apontamentos, alguns trechos e análises, algumas frases, reflexões e desvarios. Fotos também, assim como outras tantas artes (plásticas ou não!).
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Rondam os bons fantasmas em palavras
Acometem-me as doçuras perdidas
Sorrisos de céu que se abrem quando
Já nem sei porque estou a indagar.
Forja a agonia, imita os passos,
conduzida pela valsa suave, mas constante.
Correr, vibrar, fomentar...
Nos ensinaram que desejos são
Incrivelmente fáceis de alcançar!
Então, devo desejar do jeito torto?
Morno?
Agora, acalenta o riso!!!
Acometem-me as doçuras perdidas
Sorrisos de céu que se abrem quando
Já nem sei porque estou a indagar.
Forja a agonia, imita os passos,
conduzida pela valsa suave, mas constante.
Correr, vibrar, fomentar...
Nos ensinaram que desejos são
Incrivelmente fáceis de alcançar!
Então, devo desejar do jeito torto?
Morno?
Agora, acalenta o riso!!!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
OS DESLIMITES DAS PALAVRAS
Estou sem eternidades.
Não posso mais saber quando amanheço ontem.
Está rengo de mim o amanhecer.
Ouço o tamanho oblíquo de uma folha.
Atrás do ocaso fervem os insetos.
Enfiei o que pude dentro de um grilo o meu
destino.
Essas coisas me mudam para cisco.
A minha independência tem algemas
MANOEL DE BARROS
Inocência animal exercida
Nessa tarde que abriga violetas
E éguas cobertas. Água esquiva.
Nitidez de sábado.
Chover nos braços de alguém!
E essa espera nunca intemrrompida
De ser levada, de ser arrastada
Com as mãos. Claros jardins!
Dia de ficar em casa
Dentro do corpo - como em seu estojo
Um instrumento.
MANOEL DE BARROS.
[fragmento de canções e poemas]
Nessa tarde que abriga violetas
E éguas cobertas. Água esquiva.
Nitidez de sábado.
Chover nos braços de alguém!
E essa espera nunca intemrrompida
De ser levada, de ser arrastada
Com as mãos. Claros jardins!
Dia de ficar em casa
Dentro do corpo - como em seu estojo
Um instrumento.
MANOEL DE BARROS.
[fragmento de canções e poemas]
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Quilombo Buraco de Tatu, em Itapuã. A planta foi desenhada, de 1764, no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa. Nos quilombos, aldeias dedi...
-
Se tudo isso for engano, Talvez doença, os desejos patológicos Querer de tudo e conseguir muito pouco Consumindo o vazio construído em n...
-
Carrega Poesias nos olhos, na Alma vai um bom punhado de Sonhos, inquietudes, Paixões. Belezas estão nas Canções que passam por sua b...
