segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Alguma.

Gosto de
confabular.

Nunca me foi um problema!, disse.

Perder-se nos meandros
da imaginação
que levam
para além das
montanhas, das
mentiras, das
simplificações.

Não é demasiado
perigoso?
Forjar as maravilhas
que não existem,
fugir de uma realidade
que não nos pertence,
cair nos braços (ou garras?)
da infinitamente possível.

Jogo. Eu jogo, tu jogas, ele joga.
Do jeito que dá, porra, vamos logo
com isso.
Tudo acaba! Tudo se esvai.

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poesia de pureza.