sábado, 28 de agosto de 2010

Placebo


Teenage Angst
Shine the headlight, straight into my eyes.
Like the roadkill, I'm paralysed.
You see through my disguise

At the drive-in, double feature,
pull the lever, break the fever
and say your last goodbyes.

Since I was born I started to decay.
Now nothing ever ever goes my way

One fluid gesture, like stepping back in time.
Trapped in amber, petrified.
And still not satisfied

Airs and social graces, elocution so divine.
I'll stick to my needle, and my favourite waste of time,
both spineless and sublime.

Since I was born I started to decay.
Now nothing ever never goes my way.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

um mundo feito e efetivado por relações.

a dança de Shiva sustentando o mundo e suas relações, suas vidas diversas e nossas destruições. 
Um dia eu vou voltar. Vou voltar e usá-las todas, todas as lágrimas derramadas, todos os fatores de ilusão, todas as mentiras arquitetadas para me desintegrar em luzes de quem não sou, de quem eu deixei de ser. Em dias e noites forjei minha existência, e enterro nas marginais de um suspiro os sonhos que não alcancei, sonhos esses que não sonhei por falta de não de tempo, mas de coragem.
Um dia esses laços vão pesar como pesam os sons dos sinos e das mortes, os fantasmas que ecoam em estradas já demolidas. Ficar e lutar é fato irrisório quando temos nas mãos um farfalhar do relógio que escurece meu corpo, minhas recordações. Eu não quero, eu não quero, eu não quero, eu não vou deixar o chão escapar de meus pés enquanto em mim fica as migalhas de uma suposta objetividade de hipócritas históricamente desenhados, delimitados... e não seremos limitados, não seremos recortados em nossas lamúrias, nossas risadas estridentes e alguma felicidade, risco no céu que se afunda em corações rosados em sangue, suor e proteínas.
Na noite seguinte, no instante marcado, viraremos quadros encrustados no mármore frio, gelado como sua mão em meu rosto, seus olhos voltados para o mar que escorre por todos os lados, que me confunde no horizonte e nos envolve em fios de maresia e muito sal. Em fatos, em gastos, em pesos e medidas descobre-se que por objetivo nada tem-se que não seja um erro, uma indagação vazia, sem sentido, sem remédio, nada aproveitável.
Não quero questionar-me para não enganar os próximos minutos. Vou quebrar as ondas de um silêncio que já se transformou em convivência endêmica.

Lado de fora.

Num dia de sol,
no beco sem saída,
qual a proposta que se aproxima,
dos lábios famintos de vida?

Engendrando calores, sopros
de vida em reconstruções
onde queremos chegar, para
qual lado vamos fugir e
desaparecer?

Em saltos e saltos,
no esforço dos dias,
no trabalho cego
ideologicamente falacioso.

Enquanto esperamos, resolvemos viver.

Mafalda, de novo!


são os signos do casamento, o compartilhar constante e velado!
mafalda também é experiência de vida!!!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

quilombo


A questão é: até quando teremos os olhos fechados para essa legislação que só garante no papel e na teoria o reconhecimento legal dos territórios quilombolas em todo o Brasil? 

Quilomo Buracu de Tatu, século XVIII

Quilombo Buraco de Tatu, em Itapuã. A planta foi desenhada, de 1764, no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa. Nos quilombos, aldeias dedicadas à agricultura ou ao comércio, também viviam índios e brancos pobres.
Bahia e Maranhão são os Estados com maior concentração de comunidades quilombolas no Brasil. Os engenhos de cana-de-açúcar locais que dependiam de uma grande mão-de-obra  preenchida por homens e mulheres africanos escravizados. Muitos deles fugiam para escapar da escravidão e, no mato, formavam os quilombos, que podiam ter poucas pessoas, centenas ou até milhares de moradores, como teve Palmares [do famoso Zumbi], em Alagoas, maior e mais duradouro quilombo do Brasil. Nos arredores de Salvador também foram formados quilombos, como o do Urubu, no Parque de São Bartolomeu, e o Buraco de Tatu, em Itapuã.

Primeiros habitantes do Brasil

Até há pouco tempo, pressupunha-se que os habitantes das Américas teriam resultado de 3 ondas migratórias: uma de populações asiáticas, outra de grupos que teriam originado os chamados povos Na-Dene, que ocupam a porção noroeste da América do Norte, e outra que teria originado os Esquimós. Mas a reconstituição da face de Luzia, alguns anos atrás, trouxe novas variáveis. 

Recentemente Luzia foi apresentada ao grande público e apareceu estampada na capa de revistas famosas, no Brasil e no exterior. A partir de um crânio datado em 11.500 anos e retirado de escavações feitas na região de Lagoa Santa (MG), foram modelados os tecidos musculares, a pele e os demais órgãos. E o resultado surpreendeu muita gente: Luzia apresenta, de fato, traços muito mais parecidos com os grupos que habitavam a África e a Austrália, do que com aqueles típicos nos grupos asiáticos. 

Schiele, Egon

Bride of the Wind ----- Oscar Kokoschka


expressionismo austríaco 

Tree Of Life------- Gustav Klimt


expressionismo austríaco

Dolphin's cry - LIVE

The way you're bathed in light
Reminds me of that night
God laid me down into your rose garden of trust
And I was swept away
With nothin' left to say
Some helpless fool
Yeah I was lost in a swoon of peace
You're all I need to find
So when the time is right
Come to me sweetly, come to me
Come to me

Love will lead us, all right
Love will lead us, she will lead us
Can you hear the dolphin's cry?
See the road rise up to meet us
It's in the air we breathe tonight
Love will lead us, she will lead us

Oh yeah, we meet again
It's like we never left
Time in between was just a dream
Did we leave this place?
This crazy fog surrounds me
You wrap your legs around me
All I can do to try and breathe
Let me breathe so that I
So we can go together

Love will lead us, alright
Love will lead us, she will lead us
Can you hear the dolphin's cry?
See the road rise up to meet us
It's in the air we breathe tonight
Love will lead us, she will lead us

Life is like a shooting star
It don't matter who you are
If you only run for cover, it's just a waste of time
We are lost 'til we are found
This phoenix rises up from the ground
And all these wars are over 
(Over, over
Come to me, come to me
Come to me)

Love will lead us, alright
Love will lead us, she will lead us
Can you hear the dolphin's cry?
See the road rise up to meet us
It's in the air we breathe tonight
Love will lead us, she will lead us

Life is like a shooting star
It don't matter who you are
If you only run for cover, it's just a waste of time
We are lost 'til we are found
This phoenix rises up from the ground
And all these wars are over 
Over, over, over

Love will lead us, alright
Love will lead us, she will lead us
Can you hear the dolphin's cry?
See the road rise up to meet us
It's in the air we breathe tonight
Love will lead us, she will lead us

Love will lead us, all right
To the road, she will lead us
Love will lead us, all right

domingo, 22 de agosto de 2010

ah, Nietzsche!

Estou até a tampa de leituras para fazer, inclusive retomar meus estudos sobre meu filósofo predileto (meu e mais de quem???), esse mesmo da foto. Já li Descartes, mas tenho que me aprofundar mais, li Kant, mas também tenho que estender meu pensamento e meu entendimento, vou ter que ler Freud (que eu não tenho muita noção) e também Heidegger, que sempre quis ler mais estive sempre adiando...
Venho encontrando alguns sites que disponibilizam os livros de alguns desses autores, o que facilita muitíssimo!!!
Alguns deles: http://www.almascorsarias.com.br/ (filmes e documentários feras, de deixar de cabelo em pé!!!!)
http://sanfilosofia.wordpress.com/ (textos, livros  e filmes, meio que organizados de acordo com o autor, adorei!!!!)

Manipulação: Indústria Cultural.


Será mesmo que aqueles que desenvolveram duras críticas à Indústria Cultural, Meios de Comunicação em Massa e Cultura de Massa no geral são mesmo tão radicais, a ponto de serem rotulados como apocalípticos? Será que conseguiremos perceber o mal que estes produtos dispostos para nos iludir e nos manipular a tempo de mudarmos nossas posturas? Ou vamos continuar vivendo essa mentira, reciclando algum lixinho aqui, outro ali, um discursinho banal mostrando parca consciência, enquanto a Natureza grita ou sufoca a dor de tanta tecnologia transformada em   mercadoria barata, massificada e assim vamos fulminar nosso planeta... mas para que ele serve senão para nos servir, não? 
E depois, quando se fala em Ideologia, julga-se tratar de um conjunto de ideias!!!!!
Que vazio. 

Alfabeto Hebraico

A Sociedade do Espetáculo - Guy Debord

Leia online: http://freeormind.blogspot.com/2010/06/resumo-do-livro-sociedade-do-espetaculo.html
Gostei muito desse texto escrito pelo cantor Zeca Baleiro, que também é colunista da revista "Isto é" - copiei ele inteiro para a transposição, e o endereço está no fim do artigo. 
"ROCK PAI POP FILHO"
O rock surge na década de 50, depois da Segunda Guerra, em meio à desolação do mundo e à necessidade de recriá-lo. O rock vem com a força de um furacão e mexe de forma definitiva no comportamento das pessoas e com a indústria cultural como nunca dantes visto. É transgressor, subversivo, questionador, abusado, rompe com valores estabelecidos, afronta a caretice vigente. A eclosão do rock coincide com o surgimento da televisão e é a pedra filosofal do que se conhecerá adiante como cultura pop.
Chego então aos tempos de hoje. Para constatar como a cultura pop, criada a partir do advento do rock’n’roll, foi-se diluindo, diluindo até chegar a um ponto que equivale à sua própria negação. “O que ontem era novo, hoje é antigo”, já atestava o poeta Belchior nos anos 70. Seu verso poderia derivar para “o que era transgressor hoje é careta”, tamanha a inversão de valores que há no mundo atualmente.
Pois o “Big Brother” e todos os sórdidos reality shows que infestam a tela da tevê, a publicidade cínica vestida de rebeldia cosmética, o circo do show biz e seu ridículo manual de atitudes, a pândega vale-tudo dos programas de humor, o rock programático e meloso das bandas emo, tudo que existe de mais acintosamente anti-rock’n’roll no mundo hoje é, por incrível que pareça, cria do rock. Foi o rock que arrombou a porta e por essa picada aberta agora desfila um teatro de horrores sem estofo e a serviço de uma triste ideologia: o benefício próprio, o enriquecimento fácil, o culto à fama mais que ao trabalho, a desmoralização de toda e qualquer virtude, o desprezo pelo passado e pela memória e o hedonismo mais perverso e sem charme de todas as eras. Se o rock lutava contra o estado de coisas do seu tempo, seus herdeiros lutam para manter as coisas como estão.
Caos x cosmo
Os místicos creem que após todo caos surge um cosmo, como os historiadores sabem que após toda idade de trevas surge uma nova era luminosa. Nunca porém o mundo esteve envolto nesta névoa de instantaneidade e fugacidade que a tecnologia digital nos trouxe. Em nenhuma outra época a ditadura do presente e a conectividade foram tão valorizadas como agora, por um motivo talvez banal: há ferramentas para isso. “Se há ferramentas, por que não usá-las?” – perguntam-se todos.
Conheço umas três ou quatro pessoas que optaram por não ter celular. Engana-se quem pensa que vivem no mato, como ermitões em busca da paz e da sabedoria perdidas. Não, são pessoas urbanas, ativas e ligadas à comunicação. Não têm celular para não perderem outra conexão, mais cara a elas: a conexão consigo próprias.
O mundo hoje é pura evasão. Não à toa, há um boom notável no turismo internacional. A arte aspira ser só entretenimento. E a informação transformada em espetáculo. Mesmo territórios quase sagrados, como a literatura, agora vivem no fio da navalha. Recentemente foi publicada bombástica notícia. Dois adolescentes adaptaram clássicos da literatura universal para o Twitter. Ou seja, transformaram a literatura no oposto do que ela pretende ser. O que era fruição lenta, reflexiva, prazerosa e gratuita, agora é expressa, rasa e a serviço da performance, do tipo “ganha quem ler mais!”...
O mundo futuro será alimentado de informações segundo a segundo. Eventos interativos a todo instante. Tudo dividido entre todos os mortais. Menos o dinheiro, o afeto e o respeito.

Eremita

   Arcano de leitura rica e profunda, para Huei-neng sua mensagem é “Olhe para dentro! O segredo está dentro de você”, e para Herman Hesse, “A vida de cada homem representa uma estrada em direção a ele mesmo.” Mais do que iluminar o caminho, sua lanterna lança luz no interior do peregrino, que quer enxergar nas sombras do seu eu. Ele caminha sozinho à procura de si mesmo, voltado para o autoconhecimento que leva à maturidade, e seu avançar é prudente e cauteloso, sem pressa, porque seu objetivo não é matéria, mas substância.
    O Eremita reflete o que afirma Jung: “Sua visão se tornará clara somente quando você puder olhar dentro de seu próprio coração.” A necessidade de introversão é um pressuposto para se concentrar no que é essencial, sem se deixar desviar por futilidades e superficialidades, mas sem se isolar do mundo, pois esse não é o seu objetivo.



Como nos diz Osho, “só uma pessoa centrada em sua solidão pode fazer amizades, porque isso agora não é uma necessidade, é simplesmente um compartilhar”.
    O Eremita tem a nobre missão de encontrar a si mesmo e ser fiel a seus valores. Ele avança de acordo com o provérbio chinês: "Não tenha medo de crescer devagar. Tenha medo apenas de ficar no mesmo lugar." Ele assinala o nono estágio da jornada, o da percepção de que só o trabalho feito com calma e paciência dá frutos duradouros. Numa época consumista, descartável e imediatista, O Eremita parece uma figura anacrônica, incompreensível e deslocada. Mas sua função é essa: servir de contraponto à idéia de massa, à uniformidade pregada pela globalização, e lembrar ao homem que, antes de buscar o outro, ele deve aprender a se desligar do mundo exterior e olhar para dentro de si mesmo.
    Mais do que esperar algo, no ano do Eremita, como é o caso de 2007, devemos fazer, cada um de nós, profunda reflexão, nos voltarmos para dentro, descobrir nossos potenciais e acrescentar ao mundo consciências individuais ecológicas, fraternas e éticas. O Eremita prepara-se, interiormente, para as mudanças que virão.
Fonte: http://www.clubedotaro.com.br/site/m32_09_cris_britto.asp

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dirty Dancing

ah, que saudade de assistir sei lá quantas vezes por semana esse mesmo filme!!!!
(não faria isso nos dias de hoje)
oh, amor dançante!!!!
então não é saudade de reviver, é nostalgia boba e feliz.
Vontade de sair,
de gritar e exprimir,
as flores de uma inocência
roubada. Mas que ainda
tem esperança neste caos
concentrado em cada um
de nós todos.
Em reviravoltas adocicadas,
a brisa do vento parece
pluma de suavidade que escorrega
pelo rosto, pelos dedos da mão,
pelos ombros caídos debaixo
do sol que escalda,
mas sua culpa não há!


Em verdades, para o fim
de mentiras
um sorriso já calou
as entranhas de minha
necessidade,
só precisamos desse
todo dia
para afastar toda a dor.
Canta para mim, amor.

Charles Bukowski

(faz tempo que não compartilho do mundo literário deste fanfarrão!)

Muddy Waters!!!!

INCRÍVEL,
INCRÍVEL,
INCRÍVEL!!!
Eu realmente gosto muito do que faço. Tenho prazer em lecionar, mesmo que seja uma tortura para mim as minhas próprias cobranças e alguma mania de perfeição... Consegui finalmente entender que estou construindo minha experiência, doa a quem doer. E me divirto muito, eles são terrivelmente insanos, questionadores e pertubadores!!!! Gosto muito de todo esse burburinho, das conversas extensas em assuntos diversos, a aprendizagem constante mesmo que escondida nas provocações, respostas secas ou a tão conhecida falta de respeito.
Sei também que a condição do professor neste país é lamentável, quase um caso perdido. Por isso tenho resistência em assumir aulas numa escola pública: um misto de despreparo e medo, um grande receio de não conseguir levar adiante um projeto que na faculdade era um sonho bonito, bem colorido e cheio de resultados positivos estupendos.
Nós recebemos mal, temos uma série de problemas com o ambiente de ensino e ainda temos que motivar alunos que há muito tempo foram ceifados de nós; apesar do termo bastante pesado, concorremos hoje com tecnologias e consumismos que enganam e condicionam nossos alunos, e cada ano que passa perdemos um pouco mais para tudo isso. Então, é problema do professor se não conseguimos motivar nossos alunos, é problema do professor se a aula tem baixo rendimento, é problema do professor se ele não concorda em ter um "fiscal" dentro de seu espaço de construção de saber.
Essa é a visão que essa mídia filha da puta (revistas Veja e Época, só um exemplo bem básico), vazia e estúpida, que insiste em defender um modo de vida norte-americano, tem de nossa educação: os professores são alvos constantes de ataques e cobranças absurdas! Todos à merda, pois que adianta tentar argumentar com essa elite burra?

Ainda por cima, temos tantos pequenos problemas no ambiente de trabalho, pois as pessoas não conseguem controlar seus impulsos e instintos e desejos e simplesmente se atropelam a todo instante, são conversas e falatórios que infantilizam adultos que deveriam se unir e aproveitar as diversas experiências para propagar conhecimento. Mas não, pois o que fala mais alto são os pontos a mais com o patrão, o tempo de serviço na escola, os problemas pessoais mal resolvidos que ficam estampados no rosto das pessoas, nos seus gestos e atitudes. Somos todos perdedores, numa luta quase vã, brigando entre nós mesmos para conseguir a melhor fatia da carne de segunda que nos oferecem. A disputa do comodismo e dos egos inflamados.

HOJE É DIA DO HISTORIADOR!!!!

Para comemorar este dia, neste ofício tão penoso e pavorosamente apaixonante: um dos precursores e sistematizadores da construção histórica neste país tão carente de conhecimento.
CAPISTRANO DE ABREU.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Waking Life

É estupendo!!!
Revolucionário!!!
Deve-se assistir mais de uma vez, com certeza!!!
CHOCANTE.
Andamos, ou melhor, caminhamos. Um rumo incerto, nestes restos nada certos, o que dá o tom aos sonhos e esperanças vãs. O que está feito, está feito, e nada melhor que o sol no rosto para efetivar esta constatação parca, uns passos em falso e poderia cair num abismo do esquecimento solene e sombrio. Eu hoje estou, pois do amanhã nada saberei.
Ela é realmente linda, não???

domingo, 15 de agosto de 2010

Art Nouveau

E. Munch - expressionismo

Expressionismo Alemão: KIRCHNER

XILOGRAFURA
Fundador do movimento expressionista alemão: Die Bruke.

Oh, Drummond!

Em mentiras e por mentiras
eu vivi. Acorrentada a ilusões
pré-estabelecidas de uma
existência condenada,
às mazelas de um bem querer
sepultado em todos nós.
São anos de construção
paulatinamente arquitetada,
uma dura retaliação
de mim, de nós, de vós.

E todos sentem-se contentes
por mais um dia, mais uma
vitória esportiva,
mais um filho no mundo nascido.
Mas, e para onde iremos?

O julgamento das almas

Anúbis, Osíris e os rituais de um Egito Antigo.
Hoje espalhado em museus da Europa e Estados Unidos. Apropriações que geraram esteriótipos, pré-conceitos e deturpações. E pra então conhecer, se obrigatoriamente enxergamos o outro com nossos olhos castradores?

Mafalda!!!

A Escola de Atenas

De Rafael Sanzio.
Renascimento, retomada da cultura greco-romana (reretomada, na verdade, pois a Idade Média foi fundamentada e vários aspectos, em elementos oriundos destas e de outras tantas civilizações antigas...).
Valorização do Homem.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Wadjet

Olho de Hórus, Sol e Lua.
Aquele que matou Seth.

São blocos desiguais!

É grande o poder do dia, sua longa extensão e a força com que se levanta e se constrói.
Uma casa que se constrói ao longo de horas e minutos e tantas outras definições que de nada servem, pois somente atestam uma descontinuidade agressiva e incoerente.
Todos se cobram e cobram os outros. Onde vamos quando precisamos de coisas tão fúteis? Vamos para a soma de todos instantes recortados em amores, dores, cores e sabores. Onde tanta feiura se transforma em qualidade de experiência e vontade de transformar.
Eu construi minha casa hoje sob tijolos de confusão. Mas desconstrui a tempo de ter esperança, buscar a renovação e a melhoria.

ixtab

a deusa do suicídio de povos pré-colombianos.

Clarice, avante!


BIENAL DO LIVRO!!!!
De 12 a 22 de agosto 2010
ANHEMBI SP


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Na boca mora a vontade
No peito só a passagem,
daquelas dores de potência
altamente destrutiva, e para
onde foram as cores
de uma primavera que
morre calada num seio seco?

Na prisão de cada dia
Num corpo onde só fica
para onde correr quando
o martelo cair, no momento
quase crucial, torturante
e torturado?

Na poluição dos meus olhos
No chão de estrelas caídas
viram pedaços de vidas
que colhi ao longo desta partida
deste deixar morrer para viver,
quando completo os ciclos
com questionamentos ocos.

Tudo de tudo isso é muito pouco.

Edward Hopper



Quantas coisas

Ah, adoro aquelas reflexões tolas de egoístas e narcisistas. Aquela mesma, uma retórica boba e infantil, uma demagogia acalentada por alguns reconhecimentos e puxa-saquismos. Nada como um bom e tão velho discurso vazio!!!! Arrotando sabedoria e experiência, mas é claro!
Um sórdido cenário, uma luta já perdida: a aceitação velada da comodidade e do perigo visto no outro, um embate de forças obscuras numa promessa onde seu sentido foi embora, evaporou-se no tempo daqueles que preferem subjugar e simplesmente.
Eu realmente considero isto tudo perda de tempo, capacidades e reais desejos. Porque usar mascaras quando as intenções estão tão claras?

Paul Klee

Desde quando Arte precisa ser entendida?

Egon Schiele



Que lindo!!!!


poesia de pureza.